Chega, Che!

By Jean-Philip Albert Struck

Guerrilheiro fracassado, membro de um regime assassino, mais útil morto do que vivo: Che Guevara, que morreu no dia 9 de outubro de 1967, há 40 anos.

Ridículo como boa parte da imprensa embarca na onda de comemorações, apenas arriscando no comentário de que “seu legado é polêmico”.

Que polêmica? O homem era um facínora e ponto. Mas o.k., não é novidade que Guevara ou os cubanos sempre receberam tratamento condescendente por parte da imprensa. Esse tratamento, aliás, é parte da cegueira que ajuda a perpetuar o mito e esconder os fracassos do homem Che. Como explicou o próprio guerrilheiro, depois da tomada do poder pelos comunistas em Cuba: “A presença de um jornalista estrangeiro, americano de preferência, era mais importante para nós do que qualquer vitória militar.”

Existem ainda as camisetas que já se tornaram clichê, filmes e documentários que perpetuam a imagem do eterno romântico latino-americano, o apoio cubano e de europeus deslumbrados com o “bom selvagem” – tudo isso mantém a mentira intacta.

Obs: vários jornais e blogs publicaram galerias com fotos do guerrilheiro – e dá-lhe Alberto Korda -, mas Canaca recomenda as ótimas camisetas – à venda num site americano – com estampas pouco ortodoxas da imagem de Che.

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Uma resposta para “Chega, Che!”

  1. Norman Chap Disse:

    Ele não era a solução para as ditaduras. Era a causa.

    Essa camiseta é genial. Gosto daquela em que eles colocaram a cara do senhor Madruga como se fosse o Che, a mesma posição, você já deve ter visto (essa brought to you by para-capitalismo brasileiro, vulgo camelô).

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